conhecer o processo de desenvolvimento infantil;propor atividades que favoreçam a experimentação, a representação, a operação e a construção de estruturas mentais que possibilite um melhor conhecimento do educando consigo mesmo, integrando-se e adaptando-se à sociedade;proporcionar atividades pedagógicas que favoreçam a construção do saber pelo próprio educando;organizar a liberdade do educando para as expressões de linguagens gráficas, corporais, plásticas, verbais, dramáticas, musicais etc.;criar espaços de interação, expandindo para fora da escola a sua ação pedagógica;desenvolver atividades que, a partir de leituras de mundo, coloquem o educando em contato com a lecto-escrita, favorecendo a compreensão de suas funções e a construção das condições ideais para a alfabetização;desenvolver uma rotina de cunho teórico-prático, de modo a torná-la uma construção social, individual e coletiva, assim o educando pode passar a organizar-se no tempo e no espaço, democrática e dinamicamente;organizar o ambiente escolar de forma a favorecer as novas aprendizagens, possibilitando ao educando vivências e experiências de sujeito de suas ações.Tal qual nos ensina Vygotsky, as crianças resolvem suas tarefas práticas com a ajuda da fala, assim como dos olhos e das mãos.No processo de interação, o ambiente e os objetos têm particular importância. Os materiais oferecidos deverão proporcionar mais possibilidades de exploração, porque o tempo de concentração é curto e a criança precisa de constantes desafios para novas e progressivas descobertas.Oferecer uma proposta dessa natureza exige do educador competência e predisposição para o agir, ser autônomo, seguro, confiante em sua capacidade de transformar a si mesmo e a realidade, assim, efetivamente contribuirá para a formação de indivíduos autônomos, críticos e solidários.Criança não é somente o futuro, criança é presente. E desse presente, obteremos o resultado no futuro." />
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PERÍODO E PERÍODO ESTENDIDO


Aspectos relevantes da Proposta Pedagógica da Educação Infantil



A Educação como um todo não deixa dúvida sobre a sua importância. No processo educacional, cabe ressaltar a Educação Infantil que, se for bem qualificada, é elemento disparador e desencadeador do desenvolvimento da criança, da construção de conhecimentos e base para aprendizagens subsequentes. Mal realizada, pode criar bloqueios, deixar marcas comprometedoras no processo cognitivo da pessoa, com reflexos na sua condição de cidadão. Essa etapa do desenvolvimento infantil é o alicerce psicossocial da vida do ser humano.

Buscando um conceito para nortear nossas ideias, entendemos que Currículo são todas as experiências vivenciadas e internalizadas pelo indivíduo, tendo como referenciais os aspectos sociais e culturais dos quais a criança é detentora.

Quando a escola se compromete politicamente com a aprendizagem do educando, todos os profissionais que nela atuam têm ações pedagógicas e se mobilizam para que ele aprenda. Cada ação é acompanhada de reflexão, que provoca o aprimoramento da ação anterior à medida que se torna mais adequada à situação concreta desafiadora.

Um currículo alicerçado em princípios sólidos transfere ao agir pedagógico a construção do conhecimento e a conquista da independência de movimentos que significam para a criança os primeiros passos na busca de sua autonomia. Como agente de sua história é, então, sujeito ativo na construção do seu saber.

Uma proposta de currículo deve contemplar todas as áreas do desenvolvimento infantil, respeitando as características de cada faixa etária e a realidade de cada criança, da escola e da comunidade escolar.

O professor é o orientador pedagógico, é o provocador das intenções do sujeito com o mundo físico e social, oportunizando a ele vivências e situações de trocas, propiciando, assim, maior autonomia e cooperação, aspectos básicos para a formação de um verdadeiro cidadão.

Diante disso, a equipe pedagógica deve:

  • conhecer o processo de desenvolvimento infantil;
  • propor atividades que favoreçam a experimentação, a representação, a operação e a construção de estruturas mentais que possibilite um melhor conhecimento do educando consigo mesmo, integrando-se e adaptando-se à sociedade;
  • proporcionar atividades pedagógicas que favoreçam a construção do saber pelo próprio educando;
  • organizar a liberdade do educando para as expressões de linguagens gráficas, corporais, plásticas, verbais, dramáticas, musicais etc.;
  • criar espaços de interação, expandindo para fora da escola a sua ação pedagógica;
  • desenvolver atividades que, a partir de leituras de mundo, coloquem o educando em contato com a lecto-escrita, favorecendo a compreensão de suas funções e a construção das condições ideais para a alfabetização;
  • desenvolver uma rotina de cunho teórico-prático, de modo a torná-la uma construção social, individual e coletiva, assim o educando pode passar a organizar-se no tempo e no espaço, democrática e dinamicamente;
  • organizar o ambiente escolar de forma a favorecer as novas aprendizagens, possibilitando ao educando vivências e experiências de sujeito de suas ações.

Tal qual nos ensina Vygotsky, as crianças resolvem suas tarefas práticas com a ajuda da fala, assim como dos olhos e das mãos.No processo de interação, o ambiente e os objetos têm particular importância. Os materiais oferecidos deverão proporcionar mais possibilidades de exploração, porque o tempo de concentração é curto e a criança precisa de constantes desafios para novas e progressivas descobertas.Oferecer uma proposta dessa natureza exige do educador competência e predisposição para o agir, ser autônomo, seguro, confiante em sua capacidade de transformar a si mesmo e a realidade, assim, efetivamente contribuirá para a formação de indivíduos autônomos, críticos e solidários.Criança não é somente o futuro, criança é presente. E desse presente, obteremos o resultado no futuro.

Profª Maria Elizete Serra Alves


Referências

BRAMELD, T. O poder da educação. Rio de Janeiro: Zahar, 1972.

BRASIL, Conselho Nacional de Educação. Resolução CNE/CEB n. 1/99, de 07 de abril de 1999. Diretrizes curriculares nacionais para educação infantil.

KRAMER, Sonia. Com a pré-escola nas mãos: uma alternativa para educação infantil. 14, ed. São Paulo: Ática, 2001.

PIAGET, Jean. Psicologia e Pedagogia. Rio de Janeiro: Zahar, 1972.

VYGOTSKY, L. S.A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 1991.

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